quinta-feira, 4 de outubro de 2012

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS para ALUNOS COM DEFICIÊNCIA


   A turma em que atuo de 4º ano, possui alguns alunos com avaliações de psiquiatra e psicólogo.
   Esses alunos segundo essas avaliações possuem: Deficiência mental leve, dislexia, defasagem de idade (idade mental inferior à cronológica) entre outros. Segundo essas avaliações muitos desses alunos desenvolvem um quadro de comorbidade, ou seja, há o diagnóstico de outro transtorno ou doença presente no mesmo indivíduo.
   De acordo com a profissional da sala de AEE de minha escola, esses alunos devem ser trabalhados com base no visual. No dia a dia confeccionar cartazes, painéis com os conteúdos junto com eles numa prática coletiva. Trabalhar coletivamente, buscando explorar a oralidade, pois o que eles têm no caderno se perde com o tempo, contudo o que eles guardam dentro de si não se perde. Uma atividade que vem dando resultado é desenvolver atividades que se exploram diversos conteúdos como, por exemplo: uma feira, onde se trabalha higiene, alimentação saudável, dinheiro, cálculos de multiplicação, divisão... Oralidade, relacionamentos cordiais entre os colegas enfim uma atividade divertida que sai do tradicional. O que acontece com alunos atualmente, é que perdem o interesse rapidamente, sentindo-se atraídas por atividades divertidas, que sejam diferentes e que chamem a atenção.
   O dia a dia da sala de aula é desgastante para o professor, pois cabe a ela elaborar atividades que ao mesmo tempo sejam prazerosas, atraentes e educativas para todos os alunos. Isso se torna difícil onde a diversidade é presente na sala de aula.
   Recentemente um aluno  recebeu o diagnóstico de TDAH, enquanto professora estou buscando elaborar atividades que prendam sua atenção, ensinado-o técnicas, maneiras de diminuir suas dificuldades na rotina da classe: colocando-o perto de colegas mais tranquilos, próximo a classe do professor,estimulando-o frequentemente .
   O professor que tem alunos com TDAH deve ter sua sala de aula organizada de forma a ter materiais adequados aos alunos, mantendo uma rotina onde o que se deseja fique claro para os alunos desde o começo. Mantendo uma rotina clara e objetiva.
    A turma em que atuo de 4º ano, possui alguns alunos com avaliações de psiquiatra e psicólogo.

   Esses alunos segundo essas avaliações possuem: Deficiência mental leve, dislexia, defasagem de idade (idade mental inferior à cronológica) entre outros. Segundo essas avaliações muitos desses alunos desenvolvem um quadro de comorbidade, ou seja, há o diagnóstico de outro transtorno ou doença presente no mesmo indivíduo.
   De acordo com a profissional da sala de AEE de minha escola, esses alunos devem ser trabalhados com base no visual. No dia a dia confeccionar cartazes, painéis com os conteúdos junto com eles numa prática coletiva. Trabalhar coletivamente, buscando explorar a oralidade, pois o que eles têm no caderno se perde com o tempo, contudo o que eles guardam dentro de si não se perde. Uma atividade que vem dando resultado é desenvolver atividades que se exploram diversos conteúdos como, por exemplo: uma feira, onde se trabalha higiene, alimentação saudável, dinheiro, cálculos de multiplicação, divisão... Oralidade, relacionamentos cordiais entre os colegas enfim uma atividade divertida que sai do tradicional. O que acontece com alunos atualmente, é que perdem o interesse rapidamente, sentindo-se atraídas por atividades divertidas, que sejam diferentes e que chamem a atenção.
   O dia a dia da sala de aula é desgastante para o professor, pois cabe a ela elaborar atividades que ao mesmo tempo sejam prazerosas, atraentes e educativas para todos os alunos. Isso se torna difícil onde a diversidade é presente na sala de aula.
   Recentemente um aluno  recebeu o diagnóstico de TDAH, enquanto professora estou buscando elaborar atividades que prendam sua atenção, ensinado-o técnicas, maneiras de diminuir suas dificuldades na rotina da classe: colocando-o perto de colegas mais tranquilos, próximo a classe do professor,estimulando-o frequentemente .
   O professor que tem alunos com TDAH deve ter sua sala de aula organizada de forma a ter materiais adequados aos alunos, mantendo uma rotina onde o que se deseja fique claro para os alunos desde o começo. Mantendo uma rotina clara e objetiva.


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