A turma em que atuo de 4º ano, possui alguns
alunos com avaliações de psiquiatra e psicólogo.
Esses alunos segundo essas avaliações
possuem: Deficiência mental leve, dislexia, defasagem de idade (idade mental
inferior à cronológica) entre outros. Segundo essas avaliações muitos desses
alunos desenvolvem um quadro de comorbidade, ou seja, há o diagnóstico de outro transtorno ou doença presente no mesmo
indivíduo.
De acordo com a profissional da sala de AEE de
minha escola, esses alunos devem ser trabalhados com base no visual. No dia a
dia confeccionar cartazes, painéis com os conteúdos junto com eles numa prática
coletiva. Trabalhar coletivamente, buscando explorar a oralidade, pois o que
eles têm no caderno se perde com o tempo, contudo o que eles guardam dentro de
si não se perde. Uma atividade que vem dando resultado é desenvolver atividades
que se exploram diversos conteúdos como, por exemplo: uma feira, onde se
trabalha higiene, alimentação saudável, dinheiro, cálculos de multiplicação, divisão...
Oralidade, relacionamentos cordiais entre os colegas enfim uma atividade
divertida que sai do tradicional. O que acontece com alunos atualmente, é que
perdem o interesse rapidamente, sentindo-se atraídas por atividades divertidas,
que sejam diferentes e que chamem a atenção.
O dia a dia da sala de aula é desgastante
para o professor, pois cabe a ela elaborar atividades que ao mesmo tempo sejam
prazerosas, atraentes e educativas para todos os alunos. Isso se torna difícil onde
a diversidade é presente na sala de aula.
Recentemente um aluno recebeu o diagnóstico de TDAH, enquanto
professora estou buscando elaborar atividades que prendam sua atenção,
ensinado-o técnicas, maneiras de diminuir suas dificuldades na rotina da
classe: colocando-o perto de colegas mais tranquilos, próximo a classe do
professor,estimulando-o frequentemente .
O professor que tem alunos com TDAH deve ter
sua sala de aula organizada de forma a ter materiais adequados aos alunos,
mantendo uma rotina onde o que se deseja fique claro para os alunos desde o
começo. Mantendo uma rotina clara e objetiva.
A turma em que atuo de 4º ano, possui alguns
alunos com avaliações de psiquiatra e psicólogo.
Esses alunos segundo essas avaliações
possuem: Deficiência mental leve, dislexia, defasagem de idade (idade mental
inferior à cronológica) entre outros. Segundo essas avaliações muitos desses
alunos desenvolvem um quadro de comorbidade, ou seja, há o diagnóstico de outro transtorno ou doença presente no mesmo
indivíduo.
De acordo com a profissional da sala de AEE de
minha escola, esses alunos devem ser trabalhados com base no visual. No dia a
dia confeccionar cartazes, painéis com os conteúdos junto com eles numa prática
coletiva. Trabalhar coletivamente, buscando explorar a oralidade, pois o que
eles têm no caderno se perde com o tempo, contudo o que eles guardam dentro de
si não se perde. Uma atividade que vem dando resultado é desenvolver atividades
que se exploram diversos conteúdos como, por exemplo: uma feira, onde se
trabalha higiene, alimentação saudável, dinheiro, cálculos de multiplicação, divisão...
Oralidade, relacionamentos cordiais entre os colegas enfim uma atividade
divertida que sai do tradicional. O que acontece com alunos atualmente, é que
perdem o interesse rapidamente, sentindo-se atraídas por atividades divertidas,
que sejam diferentes e que chamem a atenção.
O dia a dia da sala de aula é desgastante
para o professor, pois cabe a ela elaborar atividades que ao mesmo tempo sejam
prazerosas, atraentes e educativas para todos os alunos. Isso se torna difícil onde
a diversidade é presente na sala de aula.
Recentemente um aluno recebeu o diagnóstico de TDAH, enquanto
professora estou buscando elaborar atividades que prendam sua atenção,
ensinado-o técnicas, maneiras de diminuir suas dificuldades na rotina da
classe: colocando-o perto de colegas mais tranquilos, próximo a classe do
professor,estimulando-o frequentemente .
O professor que tem alunos com TDAH deve ter
sua sala de aula organizada de forma a ter materiais adequados aos alunos,
mantendo uma rotina onde o que se deseja fique claro para os alunos desde o
começo. Mantendo uma rotina clara e objetiva.
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